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terça-feira, 24 de abril de 2012
Cristina Mel
Nos últimos 20 anos, a carioca Maria Cristina Mel de Almeida Costa – ou simplesmente Cristina Mel – acompanhou de perto a evolução da música gospel brasileira. Do tempo em que cantava versões de Amy Grant e Sandi Patty, no começo dos anos 1990, ao recente e emocionante videoclipe “Milagres”, em homenagem à filha Isabella Mel, Cristina viu de perto gravadoras surgirem e desaparecerem num piscar de olhos, ao mesmo tempo em que testemunhou o fortalecimento de grandes grupos de comunicação evangélicos.
Na mesma velocidade em que o CD destronou o LP, e já foi ultrapassado pelo MP3, essa cantora de voz aguda e poderosa extensão vocal também viu sua carreira decolar e seu nome tornar-se quase uma unanimidade entre crítica e público. Em duas décadas, lançou mais de 30 álbuns, entre LPs, CDs e DVDs, todos premiados, no mínimo, com disco de ouro, somando mais de 6 milhões de cópias vendidas. Foi a primeira cantora do segmento, no Brasil, a lançar um CD, a ter uma página na internet e a ser indicada para o Grammy Latino. Ganhou vários Troféus Talento, a maior premiação da música gospel nacional. É uma das pioneiras do segmento infantil, sendo a primeira de estilo “adulto” a ter uma carreira paralela destinada aos pequeninos.
Mas a melhor definição para Cristina Mel não está nos números nem nos prêmios. Também não está na qualidade indiscutível de sua interpretação, tampouco na simpatia que lhe rendeu o apelido, hoje incorporado ao nome de batismo. Para definir Cristina Mel de forma precisa, deve-se voltar ao ano de 1994, época do lançamento do álbum “Refúgio de Amor”, e ouvir a música “A Mão do Mestre”. É como uma autobiografia cantada. Cristina Mel é alguém que vê a Mão de Deus conduzir sua vida pessoal e profissional.
Cristina Mel cantando com as crianças na Igreja Batista de Itaipu:
Veja mais: http://cristinamel.com/
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